segunda-feira, 2 de março de 2009

No Araguaia, a "ordem era matar"

Em depoimento à Comissão sobre Anistia na Câmara dos Deputados, José Vargas Jimenez, ex-chefe dos militares envolvidos no combate à guerrilha do Araguaia, admitiu que "a ordem era matar e perguntar depois".
Chico Dólar, como era conhecido, afirmou também que torturou várias pessoas e que deixava inimigos mortos pelo caminho. "A única precaução era cortar a cabeça e as duas mãos para impossibilitar a identificação da vítima", declarou.
Jimenez acredita que tenha direito a indenização. "Eu sou herói do Araguaia. Foi uma guerra. Guerra é guerra e afeta todo mundo. Do nosso lado também tem gente sofrendo." Nesse depoimento o militar torturador e assassino tenta se justificar, tentando amenizar seus crimes contra a humanidade, responsável pela morte de homens e mulheres que de fato lutavam por um País melhor, mais tiveram seus sonhos destruído por assassinos como ele.

2 comentários:

Anônimo disse...

Nossa podemos perceber como a ditadura em nosso país, não foi uma ditabrando como disse a folha...onde patriotas foram mortos por não acaitar o regime.


André Alves Toledo Campinas SP

Anônimo disse...

tenho que concordar com nosso amigo sobre as questões do periodo militar, mas descordos que os militares são tão culpados assim. abraço a todos