terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Empossado, dono de uma economia em recessão, apático quanto ao genocídio na Faixa de Gaza e o constante sentimento anti-americano, é a tônica do próxi

Na ultima semana tomou posse o presidente Barack Obama, muito se especula sobre como a maior maquina de guerra (e não mais a maior economia unânime, pois a China acende em uma marcha acelerada) do mundo irá gerenciar questões que até 20 anos, eram inconcebíveis e todos os cientistas políticos davam por certo a infindável manutenção da hegemonia estadunidense; todavia tabus estão ai para serem quebrados não é bem verdade?Por trás do mito Barack Obama, evidencia-se um emaranhado de expectativas quanto sua ascensão vem, em meio a uma convulsão econômica para o modelo capitalista em franca expansão sem qualquer precedente. Mas como esta figura está dentro do ideário de cada cidadão (imigrante ou não, legal ou ilegal) que habita os Estados Unidos, o discurso deixou que ali está um homem auspicioso, astuto e obviamente interessado apenas em questões remetentes aos interesses locais e não a realidade abrolhada pelo braço armado no Oriente Médio denominado Israel ( povo que em pouco mais de meio século passou de oprimido de Auschiwitz-Bikernau a opressor em Gaza) e tantas outras mais que fazem parte do triste cotidiano dos séculos XX e XXI.Em meio a toda essa conjuntura e como Obama está no ideário de cada um; pelo seu carisma e aceitação como um messias, assemelha-se a John Kennedy que emergiu em um momento crucial da política bipolar da segunda metade do século passado, a figura emblemática e a constante mídia nacional e mundial, remontando este aos moldes do quase ator Ronald Reagan e a aceitação dos negros e latinos à Martin Luther King. Enfim, o mais aguardado é sua orientação quanto às políticas mundiais, o gerenciamento dos conflitos no Iraque e Afeganistão, as crescentes tensões ocorridas pelos constantes abusos e por fim qual a sua posição quanto aos estados da América do Sul e sobretudo as nações que seguem na contramão da (desculpem o neologismo) neo-nova ordem mundial afrontando o atenuado porem, não menos arrogante Estados Unidos; a coleção de inimigos associada a falência de múltiplas empresas “estáveis” levam-nos a finalmente colocar em xeque The American Way of Life.
Por Leonardo Vannucci

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